Há dois dias atrás foi mesmo assim, foi um dia que começou com uma aventura, pois a minha princesa, na véspera, estava a brincar na escola a atirar o chapéu de sol ao ar e este acabou por cair do lado de fora da vedação da escola. Para quem não conhece o colégio Guadalupe, ele está no meio de um pinhal e o chapéu caiu mesmo para esse pinhal. Como seria de esperar nenhum dos funcionários poderia abandonar a sua tarefa apenas para ir buscar um chapéu e foi assim que tudo se conjugou de modo a podermos viver uma aventura matutina.
Ainda o dia estava a acordar já nós estávamos a chegar à escola, contornámos a vedação em busca do chapéu perdido e lá nos embrenhámos no pinhal, mas a verdade é que não era apenas pinhal, havia arbustos, catos, folhas, ramos de árvores, quase parecia uma floresta densa que nos picava as pernas e prendia a roupa, a princesa lamuriava constantemente por estar a picar as pernas, a cabeça e os braços, mas insisti com ela para me acompanhar pois tem de aprender que as nossas ações têm consequências (por vezes boas e outras más). Houve momentos em que pensei que precisávamos de uma catana para desbravar aquele mato intransponível, mas com alguma paciência, perseverança e tolerância a arranhões e picadas conseguimos encontrar o chapéu. A primeira parte estava feita, depois foi apenas voltar a atravessar o mato com um caminho semi-aberto.
Foi ao finalmente nos encaminharmos para o portão da escola que a princesa passou de se queixar e disse: "Papá isto é que foi uma aventura!!!! Tens de escrever no teu blog"
Ainda o dia estava a acordar já nós estávamos a chegar à escola, contornámos a vedação em busca do chapéu perdido e lá nos embrenhámos no pinhal, mas a verdade é que não era apenas pinhal, havia arbustos, catos, folhas, ramos de árvores, quase parecia uma floresta densa que nos picava as pernas e prendia a roupa, a princesa lamuriava constantemente por estar a picar as pernas, a cabeça e os braços, mas insisti com ela para me acompanhar pois tem de aprender que as nossas ações têm consequências (por vezes boas e outras más). Houve momentos em que pensei que precisávamos de uma catana para desbravar aquele mato intransponível, mas com alguma paciência, perseverança e tolerância a arranhões e picadas conseguimos encontrar o chapéu. A primeira parte estava feita, depois foi apenas voltar a atravessar o mato com um caminho semi-aberto.
Foi ao finalmente nos encaminharmos para o portão da escola que a princesa passou de se queixar e disse: "Papá isto é que foi uma aventura!!!! Tens de escrever no teu blog"
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