sábado, 16 de julho de 2016

Atentado em Nice

Normalmente não sou uma pessoa que goste de opinar sobre atentados terroristas ou sobre desgraças, aliás prefiro nem saber nada acerca das mesmas, os problemas do dia-a-dia que nos surgem são mais do que suficientes para nos impedir de apreciar a vida em pleno.

Lamento imenso que tantas pessoas e crianças tenham perdido a vida, ficado feridas e até mesmo que tenham vivenciado os momentos de terror ontem em Nice.

retirado de http://www.computerworld.com.pt/media/2016/07/Atentado-Nice.png

Não consigo compreender como é que existem pessoas capazes de executar este tipo de atentados, proclamando-se defensores do Islamismo, quando não respeitam sequer a população com as mesmas crenças religiosas, pois mesmo que não os exterminem se não forem jihadistas, denigrem a imagem de todos perante os olhos do mundo, tornando-os alvo de discriminação. Depois, acham-se tão fortes e tão grandes lutadores que só conseguem atacar outras pessoas nos bastidores, são incapazes de criar uma guerra ou luta de forma frontal, sendo por isso dos maiores cobardes que alguma vez existiram.
Enfim, na época de Hitler deveriam era ter perseguido estes terroristas mentecaptos em vez dos pobres judeus.

Outro dos motivos que me entristece é que estes terroristas vivem nos nossos países, que os acolhemos, damos-lhes a nossa nacionalidade, estudam, vivem e trabalham graças ao apoio que as nossas nações lhes dão e depois atentam contra a nação que lhes deu de comer. É cão que não conhece dono. São uns seres irritantes e vis, que não merecem a morte mas sim uma vida longa de tortura e sofrimento, pois assim sentiriam o que fazem a tantos outros, não sendo libertados do sofrimento no momento da sua morte (nem tão pouco terão as virgens à sua espera (que ridículo) - não consigo imaginar o nível de pequenez da mente destas pessoas para poderem acreditar em tal coisa).

É vergonhoso que líderes da União Europeia queiram que enfiemos a cabeça debaixo da terra como avestruzes e que nos privemos de viver as nossas vidas, pois basicamente ao fazê-lo estaríamos a perder todas as batalhas, não podemos viver num clima de medo.
Por exemplo, só nas estradas portuguesas morrem cerca de 500 pessoas por ano (isto só no ano passado), mas não é por isso que deixamos de conduzir ou de andar de carro. A verdade é que o número de mortos nas estradas portuguesas tem vindo a diminuir significativamente nestes últimos 30 anos, essa redução deve-se a uma mudança de mentalidades, mecanismos de seguranças mais eficazes nos carros, melhoria das estradas, etc.

Espero que todos os líderes tenham a coragem de se unir contra esta ameaça aparentemente invisível. Compreendo que seja difícil evitar todas estas situações devido à sua multiplicidade de tentáculos, diferenças entre os terroristas e de métodos utilizados. Acho que devemos usar a globalização para prevenirmos futuros ataques e criar meios mais eficazes de nos protegermos, e ficar fechados em casa não é solução. Temos de nos envolver na prevenção, estando alertas para situações estranhas ou não usuais, devemos colaborar com forças de protecção transmitindo-lhes informações que podem ser cruciais, temos de nos unir e aniquilar estas ameaças.



quinta-feira, 14 de julho de 2016

Acordar em grande

Após o decorrer da noite, aproxima-se a hora de acordar, ouve-se um som de queixume e de seguida o choro de um bebé cheio de fome. A Gordinha já despertou,  está cheia de fome, ainda não foi o despertador mas a mina hora também se aproxima.
A diferença é que a Gordinha não permite fazer snooze, levantei-me preguiçosamente e tirei-a do berço,  ao sentir o calor da minha pele começou logo a procurar maminha. Tranquilizei-a e coloquei-a no colo da mãe para mamar. Assim foi,  mas já o leite havia acabado ainda ela estava cheia de fome, zangou-se com as maminhas, portanto chegou a minha vez, preparei o suplemento e dei-lho calmamente, é engraçado ver como o nosso sono desaparece e é substituído por uma sensação agradável de bem-estar e de tranquilidade, sensação essa que também é  transmitida à Gordinha. Foi assim que ela ficou:


Encantada!!!!!

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Surpresas malcheirosas

O Verão chegou para ficar, adoro o calor, a praia, a brisa matutina, enfim, adoro o Verão e não há nada melhor que o partilhar com a Mimosa, a Gordinha e a Princesa. Assim, como seria de esperar, hoje ao sair de casa estava um dia magnifico, no ar pairava um odor a Verão.
A minha Gordinha dormia profunda e relaxadamente (não, não foi ela que me deu uma surpresa malcheirosa) quando sai de casa, ao aproximar-me da carrinha, ainda esta estava fechada, já um cheiro intenso e desagradável se fazia sentir. Abri a porta e este odor superava o de uma doninha fedorenta, rapidamente procurei e encontrei a fonte de tamanho odor. Era o saco dos brinquedos de praia da Princesa, abri-o (e então deparei-me com um cheiro insuportável), então o meu cérebro fez click e lembrei-me foi das "cadelinhas" que tínhamos apanhado na praia na passada segunda feira, coitadas morreram e nem para petisco serviram.
Rapidamente deitei o saco das cadelinhas para o lixo, coloquei o saco em casa e voei para o trabalho porque estava muito atrasado.
O resto do dia decorreu dinâmica e divertidamente, fomos até Belém onde realizámos um peddy-paper muito fixe. Passámos bons momentos no parque a jogar e a brincar e quando se aproximou o final da tarde regressámos a casa, foi aí que recebemos a segunda surpresa malcheirosa do dia, aparentemente havia mais do que "cadelinhas" no saco dos brinquedos, formou-se uma poça malcheirosa, felizmente a Mimosa salvou-me (não tenho estômago para cheiros desagradáveis) então encontrámos "cavalas" e sardinhas guardadas dentro dos brinquedos da princesa. Lembro-me que na segunda feira existiam muitos peixes mortos na praia, presumo que a princesa os tenha apanhado para fazermos um petisco. Aqui está o resultado final da nossa aventura malcheirosa.

Tudo de molho com lixívia


terça-feira, 12 de julho de 2016

Aprender a Brincar!!!!

A minha princesa sempre teve um fascínio por aprender, o terramoto e os mitos sobre Lisboa levam-na a embrenhar-se noutros mundos e realidades, ou não fosse ela uma alfacinha de gema. Esta sua curiosidade saudável, apenas com os seus seis anos, deixa-me antever que será alguém que terá uma grande sede de aprender e por conseguinte, caso ela queira, tem todas as ferramentas para ter um futuro promissor.
Assim, não posso deixar de estimular esse seu interesse, por esse motivo, hoje ao levar alguns dos alunos do meu trabalho, trouxe a princesa connosco até ao Lisboa Story Centre, onde aprendemos de forma divertida sobre a história de Portugal, e em particular a de Lisboa.
A verdade é que é um museu fascinante onde somos sempre acompanhados por um audio-guia, contando-nos todas os factos mais importantes, interessantes e também curiosidades sobre cada período histórico. A Princesa adorou, a visita foi antes de almoço e ainda não a consegui dissuadir de falar do museu. Ela fala do vídeo sobre o terramoto, as naus e caravelas, os descobrimentos, o Marquês de Pombal, Salazar e da Revolução do 25 de Abril ou dos Cravos.
Cada vez mais me convenço que não há melhor aprendizagem que aquela que é obtida por conceitos mais informais de ensino, pois este torna-se interessante e dinâmico, permitindo-nos vivenciar estes aspectos de uma forma palpável e muito menos abstratos.
É assim que tento fomentar interesse em aprender a todos os meus alunos, bem como à minha Princesa e daqui a uns tempos à minha Gordinha.
Aqui estão alguns dos momentos passados hoje:






segunda-feira, 11 de julho de 2016

Onde está a Gordinha??!!

Embora a minha vontade de continuar a escrever novos posts seja gigantesca, estes últimos dias têm sido um desafio em termos de gestão de tempo, tenho tanto para "postar" o tempo é que não tem colaborado.
Enfim, prometo que voltarei a ser assíduo como antigamente.
A minha Princesa e a minha Mimosa são um poço de surpresas, ainda no outro dia chamaram-me a correr para ver algo que não podia deixar escapar sem registar fotograficamente, foi uma versão ao vivo do onde está o Wally mas desta feita o Wally era a Gordinha. Vejam lá se a encontram...